Direita! Vou ver.

O trocadilho com o comando dado em ordem unida, direita volver, é proposital e propositivo é também o resultado mais visível após a apuração das urnas no dia 7 de outubro.

Ficou absolutamente claro que os desmandos, a corrupção, os excessos, a violência latente ou exposta pela esquerda não mais é tolerada pela população.

A esquerda governou seguidamente por 21 anos desde FHC, passando por Lula até Dilma e qual é o saldo? Saúde precária, segurança crítica, investimentos em infraestrutura quase nenhum, controle de gastos correntes aumentando apenas na conta de despesas com pessoal. Para resumir, estamos no fundo do poço, no meio do caos.

O que a esquerda prometeu, não entregou, agiu como bando de gafanhotos que invade a plantação, se alimenta, destrói e vai para outro lugar. Os simpatizantes vivem bem obrigado, já a população vive das migalhas distribuídas pelos poderosos. Aconteceu nas repúblicas soviéticas, acontece em Cuba e no cenário mais claro e macabro, na Venezuela.

As pessoas não querem violência, as pessoas não querem queermuseu, as pessoas não querem exposição de homens nus para crianças, as pessoas não querem invasão de propriedade alheia, as pessoas não querem black bloc, as pessoas não querem facadas. A esta contraposição, chamam de ordem.

As pessoas não querem desemprego, as pessoas não querem bolsa esmola, as pessoas não querem economia parada, as pessoas não querem aumento de preços. A esta contraposição, chamam de progresso.

Ordem e progresso! Simples assim, está no pendão da esperança.

A maioria das pessoas não viveu os tempos da administração militar, mas sabem que havia emprego, renda, segurança e crescimento de 10% ao ano. Claro que para isso ocorrer houve um preço a se pagar. O crescimento no padrão chinês foi graças ao endividamento do país, mas há que se lembrar que o endividamento ocorreu porque o país, recém-saído do campo para a industrialização não tinha bens e serviços a exportar. A segurança, em função de alguma restrição de liberdade, mas a esmagadora maioria das pessoas nunca sentiu nenhuma restrição pois não era comunista ou terrorista. Não soltava bombas, não atacava os militares não desejava implantar uma ditadura comunista. Os que morreram desafiaram o poder de forma violenta.

Eu vivi essa época me sentia confortável e seguro. Minha família era ordeira, e é ainda hoje, assim como milhões de famílias. Não toleramos a violência banal, não toleramos os desafios à lei, aos valores familiares, religiosos e sociais.

O resultado das urnas, graças a Deus, é auspicioso, mostra que a sociedade brasileira está reagindo, mas não de forma automática ou inconsequente, faz de forma lúcida e prudente.

Não aceitamos um simples “direita volver”, queremos um “direita? Vou ver”.